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School News

 

EAB wins Best International School
Posted 02/06/2012 01:13PM

Model United Nations

Debating international issues, negotiate with allies and adversaries to resolve conflicts and mobilize international cooperation.

MUN 2012

BY: AMER NASR

Saving the world in ninety hours or less is a challenge the MUN delegates faced. In the past week, the group of students involved in the Model United Nations team attended the twenty-eighth session of the Ivy League Model United Nations Conference (ILMUNC) in Philadelphia, Pennsylvania, USA. Being the largest conference for high school students with approximately 3000 delegates, the conference held a diverse atmosphere of talented young adults which we might see as upcoming influential future world leaders.

In Model United Nations, students step into the shoes of UN ambassadors from UN member nations to debate, deliberate and consult different issues on the agenda. Students have the opportunity to make speeches, prepare draft resolutions, negotiate with allies and adversaries, resolve conflicts, and cruise the strict rules of procedures of the conference. All these add up specifically for one purpose, resolving international conflicts and mobilizing international cooperation.

In order to solve such international conflicts, it is important to have a thorough background on the issues at hand. To prepare for the conference itself, the students undergo a process of intensive researching on not only their assigned coutry’s point of view on the issues but that of other related nations. For example, at ILMUNC I was part of the Disarmament and International Security Committee in which topics were the Nuclear Proliferation in Iran and the issue of National Sovereingty in the Middle East and North Africa representing the delegation of the Republic of Singapore. With that being said, in order to debate and find plausible solutions for both issues you do not only need to research about your assigned nation or Iran, countries in the Middle East and North Africa, but those countries who share similar and opposing views. In the case of Singapore, being generally a neutral nation in its political views, with some radical perspectives to minor issues; it is therefore easier to gain the support of other nations but in order to do so, it is important to involve diplomatically as ambassadores with representatives of other nations.

When involved in hot-seated debates of upmost importance, it is also essential to consider most personal outcomes gained by experiencing MUN. The most evident, being an immediate improvement of  public speaking and formal writing skills. This is always true as the conference itself pushes even shy delegates to enhance their speaking skills in order to defend the views of his/her nation. Also, through the process of writing draft resolutions, you not only get the opportunity to practice your formal writing (which will then be presented to the committee), but to problem solve. Knowing all the issues well, the challenge however is to shape the solutions in order to gain acceptance by most if not all nations present. Finaly, to add to the qualities list, another one gained is the ability to share and express your country’s ideas to others who might not be in favor with certain policies your country upholds. This is seen through what we call lobbying or designated time to talk amongst other delegates to try to convince them and gain the support that your solutions are most effective towards the issue and should be adressed in the final resolution.

By working hard, and commiting entirely to this Model United Nations conference I, along with the other members of the MUN team, were acknowledged through several Honorable Mentions and an Outstanding Delagation award. Most importantly, with the determination and willpower percieved throughout the conference and which each delegate contributed towards the team; the American School of Brasilia was recognized and awarded out of all international schools in the conference, as the Best International Delagation. With such, the students who participated, brought not only a trophy home and several certificates but a noble, enthusiastic and prideful feeling of the shared experience.


Modelo das Nações Unidas

Debater questões internacionais, negociar com aliados e adversários para resolver conflitos e mobilizar a cooperação internacional.MUN 2012

POR: AMER NASR

Salvar o mundo em noventa horas ou menos é o desafio enfrentado pelos delegados do Modelo das Nações Unidas (MUN). Na semana passada, o grupo de alunos envolvidos na equipe do MUN participaram da vigésima oitava sessão da Ivy League Conferência do Modelo das Nações Unidas (ILMUNC), na Filadélfia, Pensilvânia, EUA. Sendo a maior conferência para alunos do ensino médio com cerca de 3000 delegados, a conferência criou uma atmosfera diversificada de talentosos jovens que provavelmente veremos como influentes futuros líderes mundiais.

No Modelo das Nações Unidas os alunos passam a ser embaixadores de países membros da ONU para debater, deliberar e consultar diferentes questões em sua agenda. Durante as reuniões, têm a oportunidade de fazer discursos, elaborar resoluções, negociar com aliados e adversários, resolver conflitos,  seguindo de forma rigorosa os procedimentos estabelecidos pela Conferência. Tudo isso  com o propósito único  de mobilizar a cooperação internacional  para solucionar, em conjunto ,os conflitos globais.

Para negociar e resolver tais conflitos, é importante ter uma base profunda sobre as questões em mão. A fim de se preparar para a conferência, os alunos passam por um intensivo processo de pesquisa, não apenas sobre o ponto de vista de seu  país designado, mas também sobre as outras nações envolvidas. Por exemplo, em ILMUNC,  representei a delegação da República de Cingapura e fazia parte do Comitê de Desarmamento e Segurança Internacional cujos  tópicos foram a questão nuclear no Irã e a questão da Soberania Nacional no Oriente Médio e no Norte da África. A fim de debater e encontrar soluções plausíveis para ambos os tópicos, não somente precisamos pesquisar sobre a posição do país representado,  mas também sobre o pais ou região envolvida. Nesse caso, o Iran,  países do Oriente Médio e  norte da África, bem como os países que compartilham visões semelhantes e opostas as suas. No caso da Cingapura, que é vista geralmente como uma nação neutra do ponto de vista político mas com algumas perspectivas radicais em relação a questões menores,  torna-se mais fácil ganhar o apoio de outras nações neutras ou radicais; entretanto, para garantir tal apoio, é importante envolver–se diplomaticamente  com os representantes dos outros países.

Quando involvidos em debates quentes de extrema importância, é também essencial considerar os resultados mais pessoais adquiridas pela experiência no Modelo das Nações Unidas. Primeiramente, o mais evidente é uma melhoria imediata da fala em público e a habilidade conquistada na escrita formal. Isso sempre será verdade pois a conferência em si de certa forma força os delegados mesmo tímidos para melhorar sua fala a fim de defender o ponto de vista do seu país. Além disso, através do processo da escrita de resoluções (os quais serão depois apresentados à assembleia), você não somente conquista a oportunidade de praticar a sua escrita formal mas a chance de resolver problemas globais. Conhecendo todas os problemas bem, agora o desafio porém, é moldar as soluções em uma resolução a fim de ganhar a aprovação da maioria das nações presentes na assembleia. Finalmente, adicionando à lista de qualidades, outro ganho com a participação no MUN é a capacidade de compartilhar e expressar as idéias de seu país para aqueles que possam não ser a favor de determinadas políticas internas de seu país. Durante a conferência isso é visto através do que chamamos de lobbying ou um tempo determinado para conversar com outros delegados e tentar convencê-los de apoiar suas soluções que serão projetadas na sua resolução final.

Com o trabalho duro e o compromentimento a essa conferência do Modelo das Nações Unidas, eu, juntamente com os outros membros da equipe, fomos reconhecidos através de várias Honoráveis Menções e um prêmio de Delegação Excepcional. Mais importante é que com a determinação e a força de vontade evidente durante a conferência que cada delegado contribuiu, a Escola Americana de Brasília foi reconhecida e premiada como destaque na conferência como a Melhor Delagação Internacional. Com isso, os alunos que participaram, trouxeram não somente um troféu e vários certificados para casa, mas um sentimento nobre, entusiástico, e orgulhoso da experiência compartilhada.   

 

 


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