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Oct
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EAB: Growing Lifelong Learners and Future Global Citizens!

What is the purpose of school?

Perhaps the greatest educationist of all time, John Dewey, stated  in the early 1900s that, “We must take the child as a member of society in the broadest sense, and demand for and from the schools whatever is necessary to enable the child intelligently to recognize all his social relations and take his part in sustaining them”. The role of a school is to prepare students to participate fully in the society they will function in. However, what does this mean in today’s schools in the 21st century?

In days gone by a ‘sound education” meant the acquisition of the skills of reading, writing and arithmetic alongside the ability to memorize some facts and figures that could be regurgitated in the school exams. Knowledge was seen as a static body to be transmitted—a body of knowledge that was finite and that one might need for life.  A “pass” meant just that—a student could pass on to the next stage of life, either scholastically or into the workplace. Those who did not pass, moved down a different route. The education system of the past was a sorting tool. 

However, as all of us know the world of today is completely different to that of our parents’ and grandparents’ generations. The advances in technology alone have enabled the workplace to change at an exponential speed. High speed global communications have altered how we work and who we work with. If our schools are to continue to exist to prepare students to become fully independent members of a global society, then we need to think carefully about what this means. What is valued in society and specifically in the workplace in today’s world is changing all of the time. Employers across the globe are looking for problem-solvers, communicators, creative and innovative thinkers, flexible collaborators who are self-disciplined self-starters. A simple google search of "what employers want" will generate lists of these so called "soft skills". Here is one that will be of interest. Sadly these dispositions aren’t automatically generated from a traditional “sound education’.

What impact is this having on schools?

Schools throughout the world are truly having to challenge themselves—what is our purpose? What is our vision? Are we still merely “sorting” tools, allowing some students to pass  and others to fail? Or are we here to equip all young people with the knowledge, understanding, skills and values to make the most of opportunities and challenges of living and working in the 21st century? 

The good news is that a huge body of professional work is going into helping schools teach students “how to learn, how to think and how to be a great citizen of the world”. Time is being devoted to encouraging students to make their thinking and therefore learning visible. This work has become known as the dispositional curriculum. Collaborative practices between students and between teachers and students are being encouraged and grading systems are being amended to include these dispositional skills. An “A” on a report card in today’s world now means more than just a good exam result.

How does this look at EAB?

During this first quarter of the year, the faculty have spent time together deciding how to approach the implementation and integration of these dispositional skills or traits into the daily lives of our EAB students. Our approach so far has been to firstly consider what qualities or traits we want our students to demonstrate as both lifelong learners and as global citizens. The lists of possible traits, of course, are endless but together we have selected 10 specific dispositions that we value and believe will be important in the future lives of our students. While this does not mean that other qualities or traits will also be encouraged and in fact discussed and reinforced, these are the ones that the EAB faculty have collectively chosen to focus on:

Learner traits

- Collaborative

- Reflective

- Resilient

- Inquisitive

- Courageous

Character traits

- Responsible

- Respectful

- Compassionate 

- Inclusive

- Honest

You will notice that there are aspects included in our "traits" that align with EAB's mission and vision. This was a deliberate move and one that will continue to enable us to live out our mission and vision in an authentic manner. Already we are starting to work on our implementation plan, for example in the Lower School these traits are being assimilated into the launch of the BULLS program, an age-appropriate way of teaching children how to learn and how to be a great person. 

Our overall aim is for our EAB students to know, understand and implement the traits that will enable them to be great learners and great citizens. For As Alvin Toffler was quoted as saying “The illiterate of the 21st century will not be those who cannot read and write, but those who cannot learn, unlearn, and relearn." As a school, we are excited to be focusing on this important work and look forward to partnering with you, as EAB families to ensure that we can make a difference to our students. 

 

Lesley Tait

Director of Teaching & Learning

 


 

EAB: Formando Aprendizes para a Vida e Futuros Cidadãos Globais!

Qual é o propósito de uma escola?

Considerado por muitos o maior educador de todos os tempos, John Dewey declarou, no início do século XX, que "devemos considera a criança como um membro da sociedade no sentido mais amplo, e exigir das escolas o que for necessário para permitir que criança possa reconhecer de forma inteligente todas as suas relações sociais e participe ativamente para mantê-las". O papel de uma escola é preparar os alunos para que participem plenamente da sociedade em que irão atuar. No entanto, o que isso significa para escolas de hoje, no século XXI?

Em outros tempos, uma "educação sólida" significava a aquisição das habilidades de leitura, escrita e aritmética, além da capacidade de memorizar alguns fatos e números que poderiam ser regurgitados nas provas da escola. O conhecimento era visto como um corpo estático a ser transmitido – um corpo de conhecimento finito e necessário para a vida. "Passar de ano" significava exatamente isso: que o aluno estava apto para passar para o próximo estágio da vida, seja ele educacional ou profissional. Aqueles que não passavam, deveriam seguir um caminho diferente. O sistema educacional do passado era uma ferramenta de classificação.

No entanto, como todos nós sabemos, o mundo de hoje é completamente diferente do que existia nas gerações de nossos pais e avós. Os avanços da tecnologia, por si só, permitiram que o local de trabalho mudasse a uma velocidade exponencial. As comunicações globais de alta velocidade alteraram a forma como trabalhamos e com quem trabalhamos. Se nossas escolas continuarem a existir para preparar os alunos para se tornarem membros totalmente independentes de uma sociedade global, precisamos pensar cuidadosamente sobre o que isso significa. O que é valorizado na sociedade e especificamente no local de trabalho no mundo de hoje está mudando o tempo todo. Empregadores em todo o mundo estão procurando solucionadores de problemas, comunicadores, pensadores criativos e inovadores, colaboradores flexíveis e iniciantes autodisciplinados. Uma simples pesquisa no Google sobre "o que os empregadores desejam" trará listas dessas chamadas "habilidades sociais". Aqui está artigo um interessante sobre isso. Infelizmente, tais habilidades sociais não são exercitadas através de uma "educação sólida" tradicional.

Qual é o impacto disso nas escolas?

Escolas ao redor do mundo estão tendo que se desafiar e se reavaliar o tempo todo: qual é nosso propósito? Qual é a nossa visão? Ainda estamos usando ferramentas que apenas "classificam" os alunos, permitindo que alguns passem e outros falhem? Ou estamos aqui para equipar todos os jovens com conhecimento, compreensão, habilidades e valores que os ajudem a aproveitar ao máximo as oportunidades e desafios de viver e trabalhar no século XXI?

A boa notícia é que muitos profissionais estão ajudando as escolas a ensinarem aos alunos “como aprender, como pensar e como ser um grande cidadão do mundo”. Tempo está sendo dedicado para incentivar os alunos a tornar visíveis seus pensamentos próprios e aprendizado. Este trabalho ficou conhecido como currículo disposicional. As práticas colaborativas entre alunos, e entre professores e alunos, estão sendo incentivadas e os sistemas de avaliação estão sendo alterados para incluir essas habilidades de disposição. Um "A" em um boletim no mundo de hoje agora significa mais do que apenas um bom resultado na prova.

Como isso funciona na EAB?

Durante o primeiro trimestre deste ano, os professores se reuniram para decidir como abordar a implementação e a integração dessas habilidades ou características disposicionais no dia a dia dos alunos da EAB. Até agora, nossa abordagem foi considerar primeiro quais qualidades ou traços queremos que nossos alunos demonstrem como aprendizes ao longo da vida e como cidadãos globais. As listas de possíveis traços, é claro, são infinitas, mas juntos selecionamos 10 disposições específicas que valorizamos e acreditamos serem importantes na vida futura de nossos alunos. Embora isso não signifique que outras qualidades ou características também deixem de ser incentivadas e de fato discutidas e reforçadas, essas foram as que o corpo docente da EAB escolheu coletivamente para se concentrar: 

Traços do aluno

- Colaborativo

- Reflexivo

- Resiliente

- Curioso

- Corajoso

Traços de caráter

- Responsável

- Respeitoso

- Compassivo

- Inclusivo

- Honesto

Você pode perceber que há aspectos incluídos em nossos "traços" que se alinham à missão e visão da EAB. Foi uma ação deliberada e que continuará a permitir-nos viver nossa missão e visão de maneira autêntica. Já estamos começando a trabalhar em nosso plano de implementação: na Educação Infantil e Ensino Fundamental I, por exemplo, essas características estão sendo assimiladas no lançamento do programa BULLS, uma forma lúdica de ensinar as crianças a aprender e como serem ótimas pessoas.

Nosso objetivo principal é fazer com que nossos alunos da EAB conheçam, entendam e implementem as características que lhes permitirão ser grandes aprendizes e grandes cidadãos. É como diz aquela frase, atribuída a Alvin Toffer: "Os analfabetos do século XXI não serão aqueles que não sabem ler e escrever, mas aqueles que não sabem aprender, desaprender e reaprender". Como uma escola, estamos animados em poder focar nesse trabalho importante e esperamos contar com a parceria das famílias da EAB para garantir que consigamos fazer a diferença em nossos alunos.

 

Lesley Tait

Diretora de Ensino e Aprendizagem

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