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Nov
24

Black Voices - Slam, Graffiti and Education

 

On November 22nd, we had the pleasure of presenting to Grade 10 students the project Black Voices: Slam, Graffiti and Education. Organized by Luciana Conrado and Juliana Barros, Upper School Portuguese Teachers, the event focused on the sharing of ideas and experiences with the goal of appreciating and recognizing the value of the contributions made by the Afro-Brazilian culture. Teachers Fabiana Farias (Doctor in Literature from UERJ, also holding a post-doctorate in Literary Studies), Luciana Conrado (IB Portuguese Teacher at EAB), and Thaís Nunes (graffiti artist and educator at EAB) talked about Slam, Graffiti and Education with our students.

We have asked our 10th graders what they will take away from the Black Voices event. Emília Pimentel has learned about "the power of words, as well as the importance of art as a form of expression, particularly as a form of revolution and protest. The speakers' speeches reveal how important Black consciousness is, both for eradicating prejudice and for normalizing black voices in artistic spaces." 

Lucas Fernandes, on the other hand, has learned that the cycle of historical injustices must be stopped: "If everyone is treated with respect, no one will be in danger." And so, an ethical and civic education, based on humanized values, moral principles, and respect for others, shows the true value of diversity.

 

Luciana Conrado and Juliana Barros

Upper School Portuguese Teachers

 


 

No dia 22 de novembro, tivemos o prazer de propor ao 10º ano o evento Vozes Negras: Slam, Grafite e Educação (organizado pelas professoras Luciana Conrado e Juliana Barros), um bate-papo que teve como objetivo valorizar as contribuições da cultura afro-brasileira, bem como gerar reflexões acerca da inserção do negro em  nossa sociedade. As professoras Fabiana Farias (doutora em Literatura pela UERJ, com pós-doutorado em Estudos Literários), Luciana Conrado (IB Portuguese teacher - EAB) e Thaís Nunes (grafiteira e educadora - EAB) conversaram com nossos alunos sobre Slam, Grafite e Educação.

Não há terreno mais fecundo do que a escola para semear uma educação para a diversidade. Por isso, selecionamos com especial atenção a bibliografia dessas aulas, a fim de garantir que a história da população negra seja contada por sua própria voz, conforme preconiza a lei 10.639/2003. 

Perguntamos a nossos alunos do 10º ano quais aprendizados do evento Vozes Negras eles levarão para a vida. Emília Pimentel levará "o poder da palavra, além da importância da arte como forma de expressão, especialmente como forma de revolução, de apelo. As falas das palestrantes revelam o quanto a consciência negra é importante, tanto para a eliminação do preconceito quanto para a normalização das vozes negras em espaços artísticos". 

Já Lucas Fernandes aprendeu que é preciso interromper o ciclo de injustiças históricas: "se todos forem tratados com respeito, ninguém ficará em perigo". Assim, uma educação ética e cidadã, pautada em valores humanizados, princípios morais e respeito pelo próximo, tem como escopo a valorização da diversidade.

 

Luciana Conrado e Juliana Barros

Professoras de Português

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