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Nov
19

Building a More Inclusive Culture at EAB… One Individual at a Time

At EAB, we strive to create a learning environment that embraces and values the diversity within our community. That diversity comes in many forms, e.g. differences in national identity, native language, religion/belief, gender, socioeconomic status, and family makeup are just some of the ways we define ourselves. 

Regardless of who we are or from where we come, one thing binds us together, and that is our sense of belonging and identity as a member of the EAB Family. Being an EAB Bull means something because we have intentionally made it mean something. Valuing this diversity and sense of belonging is at the core of what we do, and it compels us to live up to the ideals expressed in our school’s learner and character traits. Collectively, EAB frames itself around five key character traits. For the moment, I want to highlight the one that captures the sentiment of what I am sharing with you now - inclusion. Inclusion is characterized by our desire to make all who enter our doors (or Zoom rooms) feel like they belong.

Inclusive cultures preserve their members’ dignity or inherent worth, and they make everyone feel valued and welcomed. However, inclusive cultures do not happen by chance; they only occur when schools work with an intentional mindset to create learning spaces that embrace all learners. This inclusive embrace comes in the form of teaching children to play with others, asking students to ensure they are valuing other people’s perspectives in conversations or debates, or even making certain classrooms allow for both extroverts and introverts to thrive. Beyond the human aspect, inclusion also manifests itself in the curriculum we teach, the instructional materials we ask students to use, and the policies our school adopts and enacts for our larger community. 

Since inclusion rests at the center of who we are, we must constantly strive to live up to the ideals embedded in the term. That is a constant work in progress. Sometimes it forces us to pose difficult questions or to have courageous conversations that ask us to experience some discomfort. 

As an international school, our community makeup is constantly changing. Thus, how we enact inclusion and build inclusive cultures in our school must also be reflected upon and adjusted over time to ensure all feel valued and are able to see themselves as a vibrant and important part of the EAB Family. No person or organization is perfect, and we can always do better as we seek to embrace and manifest more fully the school’s learner and character traits. 

Thank you in advance for walking with us on this journey toward a more inclusive EAB for all! 

 

Dr. Darik Williams   

Lower School Principal and Diversity Officer

 


 

Construindo uma cultura mais Inclusiva na EAB… Um indivíduo de cada vez

Na EAB, nós nos esforçamos em criar um ambiente de aprendizagem que abrace e valorize a diversidade em nossa comunidade. Essa diversidade vem em muitas formas, como por exemplo na nacionalidade, idioma nativo, religião/crença, gênero, status socioeconômico e composição familiar. Essas são apenas algumas das maneiras como nos definimos.

Independentemente de quem somos ou de nossa origem, uma coisa nos une, e é o nosso sentimento de pertencimento e identidade como membro da Família EAB. Ser um EAB Bull significa algo porque intencionalmente fizemos com que significasse algo. Valorizar essa diversidade e senso de pertencimento está no cerne do que fazemos e nos faz viver de acordo com os ideais expressos no perfil do aprendiz e seus traços de caráter. Coletivamente, a EAB estabeleceu cinco traços chave de caráter. No momento, quero destacar aquele que melhor capta o sentimento que estou compartilhando agora - a inclusão. A inclusão é caracterizada pelo nosso desejo de fazer com que todos que entram por nossas portas (ou sessões de Zoom) se sintam parte da EAB.

Culturas inclusivas preservam a dignidade ou valor inerente de seus membros e fazem com que todos se sintam valorizados e bem-vindos. No entanto, culturas inclusivas não acontecem por acaso; elas só ocorrem quando as escolas trabalham com a intenção de criar espaços de aprendizagem que integrem todos os alunos. Este abraço inclusivo pode vir na forma de ensinar as crianças a brincar com outras crianças, ao ensinar os alunos a conversar para garantir que estejam valorizando a perspectiva de outras pessoas em conversas e debates ou mesmo fazendo com que certas salas de aula permitam que extrovertidos e introvertidos sejam bem sucedidos. Além do aspecto humano, a inclusão também se manifesta no currículo que ensinamos, nos materiais instrucionais que oferecemos aos nossos alunos e nas políticas que nossa escola adota e aplica em nossa comunidade geral.

Visto que a inclusão está no centro de quem somos, nos esforçamos  constantemente para viver de acordo com os ideais embutidos no termo. Esse trabalho está sempre em andamento. Às vezes, nos obriga a fazer perguntas difíceis ou a ter conversas importantes que nos fazem sentir desafiados.

Sendo uma escola internacional, a composição da nossa comunidade está sempre em mudança. Assim, a forma como promovemos a inclusão e construímos nossa cultura inclusiva também deve ser analisada  e ajustada ao longo do tempo para garantir que todos se sintam valorizados e sejam capazes de se ver como uma parte vibrante e importante da Família EAB. Nenhuma pessoa ou organização é perfeita e sempre há espaço para melhorar à medida que buscamos abraçar e manifestar mais plenamente o perfil do aprendiz e seus traços de caráter.

Agradeço antecipadamente a todos por caminhar conosco nesta jornada rumo a uma EAB mais inclusiva para todos!

 

Dr. Darik Williams

Diretor do Lower School e Oficial em Serviço da Diversidade

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