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Jan
28

Developing Resilience in our Students

Here at EAB, one of the learner & character traits that we value and aim to encourage in our students and staff is resilience. This trait is stated clearly in the Upper School's Code of Honor ( "We are resilient when faced with adversity, overcoming whatever obstacles life may bring us") and reflected in the Lower School's B.U.L.L.S (S for Show Perseverance!) Right now, as we continue to live our lives while this challenging pandemic continues, the capacity for resilience seems even more important than ever. During the month of February, resilience will be our "trait" of the month. 

Resilience is the process of adapting well in the face of adversity, trauma, tragedy, threats, or even significant sources of stress. It means "bouncing back" from difficult experiences. Australian psychologist Andrew Fuller defines resilience as “the happy knack of being able to bungy jump through the pitfalls of life”.

Research has also shown that resilience is ordinary, not extraordinary and the good news is that it can be learned and developed in anyone. 

In this fast-paced world of change in which our children are growing up, it is vitally important that they develop a level of resiliency that is age-appropriate. Research shows children with good resilience perform better at school and are less likely to take part in risky behavior, particularly as they enter the teenage years. The next good news is we do not have to wait for a major trauma to help our young people develop this concept. Resilience can be taught in the classroom e.g. dealing with a disappointing test result and in the home e.g. when there is strife between friends. Children who develop resilience are better equipped to learn from failure and adapt to change. Stanford professor Carol Dweck's important work with growth mindsets has had a huge impact on education systems around the world. Educator David Hochheiser wisely reminds us that developing growth mindsets is a paradigm for children's life success rather than a pedagogical tool to improve grades or short-term goals. Simply put, it's a way of helping children believe in themselves -- often the greatest gift teachers give to their students.

Parents and/or significant people in young peoples’ lives have an impact on how well they develop resilience. Here at EAB, our teachers are doing the following:

  • Talking with students about what resilience looks like in age-appropriate ways e.g. praising a child when they do not give up on an activity but keep persevering or asking a student to reflect upon what they could do better the next time they approach an academic task such as writing an essay.

  • Pointing out resilient characters in literature with such questions as Who was the hero in this story? Why? What challenge or dilemma did the hero overcome? What personal choices did he or she have to make?

  • Supporting students to "take a risk" or "learn from failure" by providing classroom cultures that are safe and where failure is viewed as a learning opportunity.

  • Build positive relationships between teachers and students, so that students feel seen, felt, and understood. These kinds of relationships strengthen resilience. 

 

Lesley Tait

Interim Head of School

 


 

Desenvolvendo a Resiliência em nossos Alunos da EAB

Aqui na EAB, um dos traços do aluno e de caráter que valorizamos e pretendemos incentivar em nossos alunos e funcionários é a resiliência. Este traço é declarado claramente no Código de Honra do Upper School ("Somos resistentes quando enfrentamos adversidades, superando todos os obstáculos que a vida pode nos trazer") e refletido no BULLS do Lower School (S para Mostrar Perseverança!) No momento, enquanto vivemos nossas vidas nesta pandemia desafiadora, a capacidade de resiliência parece ainda mais importante do que nunca. Durante o mês de fevereiro, a resiliência será o nosso "traço" do mês.

Resiliência é o processo de se adaptar bem diante de adversidades, traumas, tragédias, ameaças ou mesmo fontes significativas de estresse. Significa " se recuperar" de experiências difíceis. O psicólogo australiano Andrew Fuller define resiliência como “o jeito feliz de ser capaz de saltar pelas armadilhas da vida”.

A pesquisa também mostrou que a resiliência é comum, não extraordinária, e a boa notícia é que pode ser aprendida e desenvolvida em qualquer pessoa.

Neste mundo acelerado de mudanças em que nossos filhos estão crescendo, é de vital importância que eles desenvolvam um nível de resiliência adequado à idade. Pesquisas mostram que crianças com boa resiliência têm melhor desempenho na escola e são menos propensas a participar de comportamentos de risco, principalmente ao entrarem na adolescência. A próxima boa notícia é que não temos que esperar por um grande trauma para ajudar nossos jovens a desenvolver esse conceito. A resiliência pode ser ensinada na sala de aula, por ex. lidar com um resultado de teste decepcionante e em casa, por ex. quando há conflito entre amigos. As crianças que desenvolvem resiliência estão melhor equipadas para aprender com o fracasso e se adaptar às mudanças. O importante trabalho da professora de Stanford Carol Dweck com as mentalidades de crescimento teve um grande impacto nos sistemas educacionais em todo o mundo. O educador David Hochheiser sabiamente nos lembra que o desenvolvimento de mentalidades de crescimento é um paradigma para o sucesso na vida das crianças, em vez de uma ferramenta pedagógica para melhorar notas ou metas a curto prazo. Simplificando, é uma maneira de ajudar as crianças a acreditarem em si mesmas - geralmente o maior presente que os professores dão aos alunos.

Os pais e / ou pessoas importantes na vida dos jovens têm um impacto sobre o quão bem eles desenvolvem a resiliência. Aqui na EAB, nossos professores estão fazendo o seguinte:

Conversar com o aluno sobre como ser resiliente de maneiras adequadas à idade. Elogiar uma criança quando ela não desiste de uma atividade, mas continua a perseverar, ou pedindo a um aluno que reflita sobre o que poderia fazer melhor na próxima vez que abordar uma tarefa acadêmica, como escrever uma redação.

Apontar personagens resilientes da literatura com perguntas como: Quem foi o herói desta história? Por quê? Que desafio ou dilema o herói superou? Que escolhas pessoais ele teve que fazer?

Apoiar os alunos a "correrem riscos" ou "aprenderem com o fracasso", através de culturas de sala de aula que mostram segurança e apontam o fracasso como uma oportunidade de aprendizado.

Construa relacionamentos positivos entre professores e alunos, de modo que os alunos se sintam vistos, sentidos e compreendidos. Esse tipo de relacionamento fortalece a resiliência.

 

Lesley Tait

Diretora Geral Interina

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