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Dec
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An Important Message from the Head of School

Dear EAB Community,

As a school leader, people often ask me what I think is most important to teach in schools. They often expect me to talk about 21st-century skills, innovation, or college preparation. They are surprised when my answer has nothing to do with academics. The most important thing that we can do in schools is ensure that our students leave us as good humans. To me, academic success is meaningless if our students don't leave us as global citizens who value diversity and inspire those they meet to make the world a place of inclusion and equity.

In this spirit and in honor of the Mês da Consciência Negra (“Black Awareness Month” in Portuguese) in November, we want to make a clear statement on our position regarding the use of racially discriminatory language. EAB's policy and Brazil's legislation are clear: Racially discriminatory language is not tolerated. EAB is committed to anti-racism and has zero tolerance for racist terms, attitudes, and images.

One thing we are doing at EAB is ensuring that we are creating space for explicit anti-racist discussion, practice, and action. We want to ensure that our students know our inclusive values and how important this is to our community. Our goal is to support our students in learning about the deep hurt and pain racially discriminatory language causes. Our job as a community is to work together to educate our students on this critical issue and support our students in understanding why being neutral is not enough and being anti-racist is so essential.

In January, we will also be holding student assemblies to discuss the history associated with racially discriminatory language and terms. In these assemblies, we will also be discussing EAB's inclusive values and our zero-tolerance stance on this issue. We have invited guest speakers to engage our students in meaningful discussions about this topic. This is the first step in an important conversation that we must continue to have as a community of learners. 

EAB wants to ensure that we are taking the right steps to build systems that support diversity, equity, and inclusion in all areas. In order to do this in an authentically supportive way, we first must take time to listen and reflect. In February, we will be holding listening sessions to hear from our students and learn more about ways we can support our community in growth in all areas of diversity, equity, and inclusion. 

Schools like EAB and communities around the globe are on a journey to move beyond performative allyship and create systems that ensure inclusion and equity for all marginalized communities. Without this, we will continue only to address the symptoms of inequity. We cannot allow this to happen, and I know I can count on our supportive community to keep learning with us. 

 

Grace McCallum

Head of School

 


 

Prezada Comunidade da EAB,

Como diretora escolar, as pessoas frequentemente me perguntam o que acredito ser mais importante ensinar nas escolas. É comum que elas esperem que eu fale sobre habilidades do século XXI, inovação ou preparação para universidades. Elas se surpreendem quando minha resposta não tem nada a ver com a parte acadêmica. A coisa mais importante que devemos ensinar em uma escola é garantir que nossos alunos se formem como bons seres humanos. Para mim, sucesso acadêmico não significa nada se os alunos não saem da escola como cidadãos globais que valorizam a diversidade e inspiram aqueles ao seu redor para tornar o mundo um lugar de inclusão e igualdade. 

Com isso em mente, e para honrar o Mês da Consciência Negra no Brasil em novembro, queremos reafirmar nossa posição em relação ao uso de termos raciais discriminatórios. A política da EAB e a legislação brasileira são explícitas em relação a isto: expressões discriminatórias não são, em hipótese alguma, toleradas. A EAB se compromete a ser antirracista e tem tolerância zero com o uso de termos, imagens e atitudes racistas. 

Uma das medidas que estamos adotando na EAB é a garantia da manutenção de um espaço onde existam discussões, práticas e ações explicitamente antirracistas. Queremos garantir que nossos alunos saibam de nossos valores inclusivos e entendam a importância que isso tem em nossa comunidade. Nosso objetivo é apoiar os alunos no aprendizado e na compreensão da profunda dor causada pelo uso de linguagem racista. Como comunidade, precisamos trabalhar juntos para educar nossos alunos sobre tal situação crítica e ajudá-los a entender que não basta ser neutro; é essencial que sejamos, também, antirracistas.

Em janeiro, realizaremos assembleias estudantis para discutir a história associada à linguagem e a termos raciais discriminatórios. Também discutiremos os valores inclusivos da EAB e reforçaremos nossa posição de tolerância zero. Convidaremos palestrantes para engajar e guiar nossos alunos em discussões substanciais a respeito desse assunto. Esse será o início de uma importante conversa que precisamos ter como parte de uma comunidade de aprendizes. 

Queremos garantir que estamos tomando os passos corretos para criar e manter sistemas que promovam a diversidade, a igualdade e a inclusão em todas as áreas. Porém, para fazer isso de forma autêntica, precisamos antes tirar um momento para ouvir e refletir. Em fevereiro, realizaremos reuniões com nossos alunos para escutar,  discutir e aprender sobre outras maneiras de apoiar o crescimento de nossa comunidade em aspectos como: diversidade, igualdade e inclusão.

Escolas como a EAB e comunidades ao redor do mundo estão em uma jornada para ir além do discurso performativo e implementar sistemas que garantam, de fato, a inclusão e a igualdade para todas as comunidades marginalizadas. Sem esse passo, continuaremos a combater somente os sintomas da desigualdade. Não podemos permitir que isso aconteça. Sei que posso contar com o apoio de nossa comunidade para que juntos possamos continuar aprendendo. 

 

Grace McCallum

Diretora Geral

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