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Feb
14

Professional Development Opportunity in Science Education

Over the summer break I was fortunate enough to participate in a range of professional development opportunities in Graz, Austria and various locations in England. I first participated in 2 roundtable discussions at the University of Graz and met with the Graz Scientific Council. Through contacts that I made at the first roundtable, I was invited to sit in on a third in the Human Rights Institute! I then went to London to meet with the London Science Museum Academy (wow!) whereby what was scheduled to be a sit-down session turned into 3 hours of discussions, experiments, demonstrations and short lectures. I then went up to Northampton to meet with 2 professors from the scientific research unit on water at Cranbourne University (world leaders on water research) and finally, all the way down to Plymouth to learn about hydrography and oceanography.

I learnt there is always so much more to learn and, that investing in partnerships is a great way to gather skills and knowledge and, gain access to the latest information to disseminate. During my time in Plymouth I expanded my understanding of the geosphere and the British contribution to defense, trade, tourism, rescue missions and geological structure discovery that has resulted in deeper understanding of the history of planet earth through hydrography and oceanography. At the London Science Museum Wonderlab I experienced color blindness, learnt why it is that we tend to cringe at the sound of our voice when we hear it on a recording - as sound waves travel through the bone structures within our face we recognise "our real" voice however, in a recording the sounds waves our voice produces are captured only passing through the air and as such the recording doesn't ring true to us. I experienced deafness by biting on a length of wood connected to a small box containing an otherwise inaudible speaker only to hear the sound passing through the facial bones above mentioned. I learnt that discussions on policy and strategy to foster today's middle school students into careers in science are taking place all over Europe and that leaders within the scientific community are coming together through partnerships working cooperatively to expand scientific exchange amongst youth. The London Science Museum Academy is leading UK schools through changes in the use of the academic language in science to create more language inclusive classrooms. I learnt all of this and so much more.

I also walked away with loads of learning activities, engagement strategies and access to a wealth of information all of which is being implemented into the Middle School Science curriculum, greatly enriching the classroom and future science fairs. Even the arts fair will be enriched as there will be a 'science in the arts' demonstration and a mini 'wonderlab' stand to share with students the breadth of a career in science. There is now a wealth of information on water, hydrography, oceanography and hands-on activities for the MS geology classroom that the grade 6 students will shortly immerse them themselves in and that the grade 7 students are already engaged in as they study the environment, human impact and water quality by modeling forests and collecting water samples for analysis.

The experience was even more beneficial than I expected and I look forward to seeing just how many fruits are borne from this 10-day learning adventure.

 

Ana Clara Gogeff

Middle School Science Teacher


 

Oportunidade de desenvolvimento profissional em educação científica

Durante as férias, tive a sorte de participar de uma série de oportunidades de desenvolvimento profissional em Graz, na Áustria e em vários locais da Inglaterra. Pela primeira vez eu participei de 2 mesas redondas na Universidade de Graz e me reuni com o Conselho Científico de Graz. Através dos contatos que fiz na primeira mesa redonda, fui convidada para participar de um terceiro no Instituto de Direitos Humanos! Fui então a Londres para me encontrar com a Academia do Museu de Ciências de Londres (wow!), onde o que estava programado para ser uma sessão  se transformou em 3 horas de discussões, experimentos, demonstrações e palestras curtas. Depois, fui até Northampton para encontrar 2 professores da unidade de pesquisa científica de água da Cranbourne University (líderes mundiais em pesquisa de água) e, finalmente, até Plymouth para aprender sobre hidrografia e oceanografia.

Eu aprendi que há sempre muito mais para aprender e que investir em parcerias é uma ótima maneira de reunir habilidades e conhecimentos e obter acesso às informações mais recentes para divulgar. Durante meu tempo em Plymouth, expandi minha compreensão da geosfera e da contribuição britânica para a defesa, comércio, turismo, missões de resgate e descobertas de estruturas geológicas que resultaram em uma compreensão mais profunda da história do planeta Terra por meio de hidrografia e oceanografia. No London Science Museum Wonderlab eu experimentei daltonismo, aprendi porque nos estranhamos com o som da nossa voz quando a ouvimos em uma gravação - como ondas sonoras viajam através das estruturas ósseas dentro do nosso rosto nós reconhecemos "nosso verdadeira "voz, no entanto, em uma gravação, as ondas sonoras que a nossa voz produz são captadas apenas através do ar e, como tal, a gravação não soa verdadeira para nós. Eu experimentei a surdez mordendo um pedaço de madeira conectado a uma pequena caixa contendo um alto-falante inaudível, apenas para ouvir o som passando pelos ossos faciais acima mencionados. Aprendi que as discussões sobre política e estratégia para incentivar os alunos do Ensino Fundamental II atual para carreiras científicas estão ocorrendo em toda a Europa e que os líderes da comunidade científica estão se unindo através de parcerias que trabalham cooperativamente para ampliar o intercâmbio científico entre os jovens. A Academia do Museu de Ciências de Londres está liderando as escolas do Reino Unido através de mudanças no uso da linguagem acadêmica em ciências para criar salas de aula mais inclusivas. Eu aprendi tudo isso e muito mais.

Eu também saí com várias atividades de aprendizado, estratégias de engajamento e acesso a uma grande quantidade de informações que estão sendo implementadas no currículo de ciências do  Ensino Fundamental I, enriquecendo muito a sala de aula e as futuras feiras de ciências. Até mesmo a feira de artes será enriquecida, já que haverá uma demonstração de 'ciência nas artes' e um mini stand 'wonderlab' para compartilhar com os alunos a amplitude de uma carreira na ciência. Há agora uma riqueza de informações sobre a água, hidrografia, oceanografia e atividades práticas para a sala de geologia do MS que os alunos do 6o ano irão mergulhar em breve e que os alunos do 7o  já estão envolvidos enquanto estudam o meio ambiente, impacto e qualidade da água, modelando florestas e coletando amostras de água para análise.

A experiência foi ainda mais benéfica do que eu esperava e estou ansiosa para ver quais frutos serão gerados a partir desta aventura de 10 dias de aprendizagem.

 

Ana Clara Gogeff

Professora de Ciências do Ensino Fundamental II 

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