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Jan
23

Professional Learning Communities: Putting Collaboration Into Action 

Dear EAB Families:

I want to take this opportunity to tell you about an exciting initiative the entire EAB teaching staff, from K3-G12, has been engaged in since the beginning of the 2019-2020 school year. Since August, teachers have been working together in professional learning communities (PLCs). In some instances, these PLCs are organized by content area, and, in other cases, they are organized by grade level designations. 

Regardless of how they are organized, the focus is the same for all PLCs. PLCs are organized around three BIG ideas: a focus on learning, a focus on results, and building a collaborative culture (DuFour, R. & DuFour, R., 2013). Within PLCs, attention is aimed at how students are learning rather than on how teachers are teaching. Data from a range of sources is examined, and these data points inform instructional decision-making. 

The beauty of these collaborative structures is that teachers are able to give and receive ideas about how to improve instructional experiences for their students in an ongoing manner with their colleagues. DuFour and DuFour (2013) refer to PLCs as job-embedded professional learning because teachers are able to reflect on the efficacy of their instruction and get real-time feedback from their colleagues. Having these structures in place has helped affirm part of EAB’s Mission Statement, specifically the aspect referring to “learners inspiring learners.” In this context, all teachers are engaged in a cycle of inquiry and learning with their colleagues.  

During late-start Wednesdays, teachers meet to examine one or more of the following questions: What do we want students to learn? How will we know if they have learned it? What will we do if they are not learning it? What will we do if they already know it? Whether the teachers are in HS Math or Grade 4, the teachers are asking these same foundational questions about their students’ performance. 

Establishing these weekly routines, structures, and protocols has helped build a common language within and across the school’s three divisions (LS, MS, HS), and it has allowed staff members to be more systematic in their instructional approaches in order to achieve greater individual and collective student performance. 

While we are just beginning this long and winding road to greater collaboration, we are already reaping the benefits of these collaborative structures. They are certainly helping us remain on a pathway to continuous improvement, and we are extremely appreciative of the time the community has afforded us with our Wednesday mornings to engage in this very important work.

 

Dr. Darik Williams 

Lower School Principal 

 

Reference:

DuFour, R., & DuFour, R. (2013). Learning by doing: A handbook for professional learning communities at work. Bloomington, IN: Solution Tree Press.

 


 

Prezadas Famílias da EAB:

Gostaria de aproveitar esta oportunidade para falar sobre uma iniciativa empolgante que todo o corpo docente da EAB, do K3-G12, está desenvolvendo desde o início deste ano letivo. Desde agosto, os professores têm trabalhado juntos em comunidades de aprendizagem profissional (PLCs). Em alguns casos, essas comunidades são organizados por área de conteúdo e, em outros, são organizados por níveis acadêmicos.

Independente de como são organizados, o foco é o mesmo para todos as PLCs. Elas são organizados em torno de três grandes idéias: foco na aprendizagem, foco nos resultados e construção de uma cultura colaborativa (DuFour, R. & DuFour, R., 2013). Nas PLCs, a atenção é voltada para a forma como os alunos estão aprendendo, e não para a maneira como os professores estão ensinando. Dados de uma variedade de fontes diferentes são examinados e guiam a tomada de decisões a respeito da instrução e ensino.

A beleza dessas estruturas colaborativas é que os professores são capazes de dar e receber idéias de maneira contínua, em colaboração com seus colegas, sobre como melhorar as experiências instrucionais para seus alunos. DuFour e DuFour (2013) se referem às PLCs como aprendizado profissional incorporado ao trabalho, porque os professores são capazes de refletir sobre a eficácia de seu ensino e obtêm feedback de seus colegas, em tempo real. A implantação dessas estruturas tem ajudado a afirmar parte da declaração de missão da EAB, especificamente o aspecto referente a "aprendizes que inspiram aprendizes". Nesse contexto, todos os professores estão envolvidos em um ciclo de investigação e aprendizado, com seus colegas.

Nas reuniões de treinamento que acontecem nas quartas-feiras, pela manhã, os professores se reúnem para examinar uma ou mais das seguintes perguntas: O que queremos que os alunos aprendam? Como saberemos se eles aprenderam? O que faremos se eles não estiverem aprendendo? O que faremos se eles já souberem o assunto? Quer os professores ensinem matemática ao Ensino Médio ou ao 4o ano, eles estão fazendo as mesmas perguntas fundamentais sobre o desempenho de seus alunos.

Estabelecer essas rotinas, estruturas e protocolos semanais ajudou a construir uma linguagem comum dentro e através das três divisões da escola (LS, MS e HS), e permitiu aos professores se tornar mais sistemáticos em suas abordagens instrucionais, a fim de alcançar um maior desempenho individual e coletivo dos alunos.

Enquanto estamos apenas começando esse longo e intrincado caminho para uma maior colaboração, já estamos colhendo os benefícios dessas estruturas colaborativas. Elas certamente estão nos ajudando a permanecer no caminho da melhoria contínua. Somos extremamente gratos pelo tempo que nos é proporcionado, nas manhãs de quarta-feira, para nos engajar neste trabalho muito importante.

 

Dr. Darik Williams 

Diretor da Educação Infantil e do Ensino Fundamental 

 

Referência:

DuFour, R. & DuFour, R. (2013). Learning by doing: A handbook for professional learning communities at work. Bloomington, IN: Solution Tree Press.

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