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Apr
18

(Re)Learning Creativity

It seems everybody is talking about creativity.

A host of studies over the last few years have identified creativity as one of the most sought-after soft skills for jobs in the future. The range of sources includes LinkedIn, the huge professional recruiting platform, and the World Economic Forum in its 2016 Future of Jobs study. In 2010, an IBM study of 1500 CEOs from 60 countries identified creativity as the most crucial factor for future success. Adobe software has underwritten several State of Create international surveys in the last few years that highlight the importance of creativity, as well as some fascinating contradictions.

Nearly everybody seems to agree that creativity is a crucial 21st century skill. In Adobe’s 2016 study, seven out of ten respondents felt that being creative makes people better students, parents, workers, and leaders. Yet, when asked, only 40% considered themselves creative and only 31% felt they were living up to their creative potential. What can explain this disconnect?

It’s likely the dissonance can be traced back to the popular belief that people are either born creative or they aren’t. Much like drawing, singing, and math, a lot of us have no problem saying, “I’m not a creative person.”, even though we’ve never practiced. As we tell our children and students nearly every day, it’s unreasonable to expect to be good at something you’ve never practiced.

There are many indications that creativity is a habit of mind that can be developed and improved. In fact, most of us probably need to re-learn creativity rather than learning it! Several studies assessing creativity have shown that most young children are highly creative. As students grew older, their creativity tended to steadily diminish. Traditional education systems have a long history of focusing on convergent thinking, where students are guided toward widely-accepted conceptual interpretations and methods. Creativity, though, springs from divergent thinking, the ability to look at situations and approach challenges in novel ways. It’s clear that modern education needs to balance these approaches to help students reach their full potential.

One of our driving goals at EAB is fostering the desire and ability of our learners to make a positive difference in the world. For them to become producers, builders, makers, rather than simply consumers of what others want them to see, hear and think. Indeed, one of the downsides of our highly-developed society is a market full of products and services that are exquisitely engineered to capture our attention. Consumption is natural part of life and, like everything else, moderation is the key. However, consuming things that others have made rarely provides a sense of accomplishment, pride, and the joy of creating something with your own hands and mind. Creating things, overcoming challenges, seeing tangible results from hard thinking and work, these are the things that make the human spirit soar.

At EAB, we’re aggressively building our programs to nurture creativity in our community of learners. We have worked all year to incorporate design thinking processes throughout the Lower School curriculum. While there is no single design thinking process, one of the best-known examples, from the Stanford d.school, involves empathizing (collecting information and building understanding), defining the challenge, ideating creative solutions, prototyping solutions, and testing a solution. Understanding, creativity, simplicity, failing early, and rapid revision cycles are critical parts of the process. EAB learners will build their creativity muscles while working with a range of materials and tools, learning how different materials react, improving fine motor skills, and developing the patience to see projects through, even when inevitable problems come up.

We are thrilled to welcome Cynthia Reneau, a highly-experienced design technology teacher, to EAB in August. Cynthia will be teaching technology design classes in the middle and high school that will include 2 and 3-D design, coding, and robotics. She will also be the technology integrationist for all grade levels and work with administrators and teachers in planning our makerspace strategy for the coming years.

These new initiatives are exciting for us, especially in concert with EAB’s existing range of creative curriculum. We are determined to continue building our programs to ensure we are helping every EAB learner maximize their creative potential.

 

Brian Sullivan

Technology Director

 


 

(Re)Aprendendo a Criatividade

Todos estão falando sobre criatividade.

Vários estudos feitos ao longo dos últimos anos identificaram a criatividade como uma das habilidades mais procuradas para empregos no futuro. A miríade de fontes inclui o LinkedIn, a gigantesca plataforma de recrutamento profissional, e o estudo "Future of Jobs" ("O Futuro dos Empregos", em tradução literal), feito pelo Fórum Econômico Mundial em 2016. Em 2010, um estudo feito pela IBM com 1500 CEOs de 60 países identificou a criatividade como o fator mais crucial para o sucesso futuro. A Adobe, empresa de softwares, realizou ao longo dos últimos anos diversas pesquisas (chamadas de "Estado da Criação") que destacam a importância da criatividade e mostram algumas contradições fascinantes.

Quase todos parecem concordar que a criatividade é uma habilidade crucial para o século XXI. Na pesquisa feita pela Adobe em 2016, sete em cada dez pessoas consideram que ser criativo ajuda as pessoas a serem alunos, pais, funcionários e líderes melhores. Ao mesmo tempo, quando foram questionados, apenas 40% dos entrevistados se consideravam criativos, e somente 31% sentiam que estavam aproveitando plenamente de seu potencial criativo. O que poderia explicar respostas tão desconexas?

É provável que a dissonância esteja relacionada com a crença popular de que as pessoas ou nascem criativas ou simplesmente não têm essa característica. Assim como fazemos com habilidades como desenhar, cantar e ser bom em matemática, muitos de nós não pensam duas vezes antes de dizer que "não são pessoas criativas", mesmo que nunca tenhamos praticado tais atividades. Assim como dizemos aos nossos filhos e alunos todos os dias, não faz sentido esperar que sejamos bons naquilo que nunca tivemos a chance de praticar.

Há muitos indicadores que atestam a criatividade como um hábito mental que pode ser desenvolvido e melhorado. Na verdade, é provável que a maioria de nós precisemos apenas reaprender a criatividade ao invés de a aprendermos do zero! Muitos estudos feitos sobre o assunto mostram que a maioria das crianças mais jovens são extremamente criativas. Ao crescerem, sua criatividade tende a enfraquecer de forma constante ao longo do tempo. Sistemas de educação tradicionais são bastante conhecidos por focar no pensamento convergente, onde alunos são guiados através de interpretações e métodos amplamente aceitos. A criatividade, porém, é estimulada através do pensamento divergente: a habilidade de observar situações e resolver desafios de formas diferentes. É bastante claro que a educação moderna precisa balancear essas duas formas de pensamento para ajudar os alunos a alcançarem seu potencial máximo.

Um dos objetivos mais importantes aqui na EAB é estimular o desejo e a habilidade de nossos aprendizes a fazer a diferença no mundo de forma positiva. Os incentivamos a serem produtores, construtores e realizadores, ao invés de serem meros consumidores do que outros querem que eles vejam, ouçam e pensem. Uma das desvantagens de nossa socidade altamente desenvolvida é um mercado cheio de produtos e serviços que são propositalmente desenvolvidos para capturar nossa atenção. O consumo é uma parte natural da vida e, assim como todas as coisas, a chave é a moderação. Contudo, ser um consumidor passivo raramente desperta o sentimento de realização, orgulho e felicidade que criar algo com suas próprias mãos pode trazer. Criar coisas, superar desafios, ver resultados tangíveis depois de pensar muito e trabalhar bastante; essas são as coisas que fazem o espírito humano se elevar.

Na EAB, estamos empenhados em construir programas que ajudem a nutrir a criatividade em nossa comunidade de alunos. Trabalhamos durante todo o ano para incorporar processos de design thinking por todo o currículo da Educação Infantil e Ensino Fundamental I. Ao mesmo tempo em que não existe um único processo de design thinking, um dos exemplos mais conhecidos, desenvolvido pela Stanford d.school, envolve criar empatia, ao coletar informações e construir conhecimento acerca de um assunto, definir desafios, elaborar soluções criativas, protótipos, e testar soluções. Compreensão, criatividade, simplicidade, falhar logo cedo e ciclos de revisão rápidos são partes críticas do processo. Os aprendizes da EAB desenvolverão seus músculos criativos ao trabalharem com uma variedade de materiais e ferramentas, aprendendo como diferentes materiais reagem entre si, melhorando habilidades motoras finas e desenvolvendo paciência para finalizar seus projetos, mesmo quando se depararem com os problemas inevitáveis do processo.

Estamos animados em receber Cynthia Reneau, professora de tecnologia e design extremamente experiente, em nossa comunidade a partir de agosto. Cynthia dará aulas de tecnologia e design para o Ensino Fundamental II e Médio que incluirão design 2D e 3D, programação, e robótica. Ela também será a integradora de tecnologia para todas as séries e trabalhará com a administração e nossos professores para planejar nossa estratégia makerspace ao longo dos próximos anos.

Essas novas iniciativas são animadoras para nós, especialmente ao considerarmos o currículo criativo atual da EAB. Estamos determinados a continuar construindo nossos programas de forma a garantir que estejamos ajudando cada aluno da EAB a maximizar seu potencial criativo. 

 

Brian Sullivan

Diretor de Tecnologia

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