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Aug
17

Teaching & Learning at EAB

Greetings everyone and welcome to the 2018-19 school year at EAB. My name is Lesley Tait and I have the very real privilege of serving as your new Director of Teaching and Learning. My husband, Dave and I have been in Brasilia for almost a month now and are so impressed with the city, the welcoming friendly people and the learning environment here at EAB. I am from New Zealand and have been in school leadership roles for most of my teaching career, both in the public system and latterly within American International Schools. I see myself very much as a lifelong learner and in my new role here at EAB, I am dedicated to ensuring that every student also sees themselves as a learner with the capacity to follow their own passions and interests, while also mastering the skills required to live a full life in our modern global society. One area that I spend my time focused upon is "what is the purpose of schooling in today's world and are we constantly working towards this purpose?" So for your interest, here are my thoughts around these questions:

Perhaps the greatest educationist of all time, John Dewey stated  in the early 1900s that “We must take the child as a member of society in the broadest sense, and demand for and from the schools whatever is necessary to enable the child intelligently to recognize all his social relations and take his part in sustaining them”. The role of a school is to prepare students to participate fully in the society they will function in.

In days gone by a ‘sound education” meant the acquisition of the skills of reading, writing and arithmetic alongside the ability to memorize some facts and figures that could be regurgitated in the school exams. Knowledge was seen as a static body to be transmitted; a body of knowledge that was finite and that one might need for life.  A “pass” meant just that; a student could pass on to the next stage of life, either scholastically or into the workplace. Those who did not pass, moved down a different route. The education system of the past was a sorting tool.

However, as all of us know the world of today is completely different to that of our parents and grandparents’ generations. Advances in technology alone have enabled the workplace to change at an exponential speed. High speed global communications have altered how we work and who we work with. If our schools are to continue to exist to prepare students to become fully independent members of society, then we need to think carefully about what this means. What is valued in society and specifically in the workplace in today’s world is changing all of the time. Employers across the globe are looking for problem-solvers, communicators, creative and innovative thinkers, flexible collaborators who are self-disciplined self-starters. Sadly these dispositions aren’t automatically generated from a traditional “sound education’.

What impact is this having on schools?

Schools throughout the world are truly having to challenge themselves—what is their purpose? What is their vision? Are they still merely “sorting” tools, allowing some students to pass  and others to fail? Or are they there to equip all young people with the knowledge, understanding, skills and values to make the most of opportunities and challenges of living and working in the 21st century?

The good news is that a huge body of professional work is going into helping schools teach students “how to learn and how to think”. Time is being devoted to encouraging students to make their thinking and therefore learning visible. Collaborative practices between students and between teachers and students are being encouraged and grading systems are being amended to include these dispositional skills. An “A” on a report card in today’s world now means more than just a good exam result.

How does this look at EAB?

Here at EAB by the very nature of our mission statement—“Learners inspiring learners to be inquisitive in life, principled in character and bold in vision”, we value and encourage students who are open-minded, curious problem-solvers, thinkers and collaborators.

Our aim is to develop in all of our students the capacity to question, think, innovate, take risks, persevere, collaborate, reflect and wonder..... This is becoming the language of our classrooms. By focusing on these dispositions we believe we will move our students forward to becoming the potential employees, that today’s employers value. As each class goes about their learning in math, science or humanities for example, the teacher and students are modeling, discussing and applying these learner dispositions within these contexts. It is our aim, that each EAB  student will become proficient in each aspect of the school's mission. As parents, you too can make use of this learning vocabulary to discuss learning with your child. For as Alvin Toffler was quoted as saying “The illiterate of the 21st century will not be those who cannot read and write, but those who cannot learn, unlearn, and relearn”.

 

Lesley Tait

Director of Teaching and Learning


 

Saudações a todos e bem vindos ao ano letivo de 2018-19 na EAB. Meu nome é Lesley Tait e tenho o privilégio de servir como sua nova Diretora de Ensino e Aprendizagem. Meu marido, Dave e eu estamos em Brasília há quase um mês e estamos tão impressionados com a cidade, o povo hospitaleiro e o ambiente de aprendizado aqui na EAB. Eu sou da Nova Zelândia e tenho desempenhado cargos de liderança escolar durante a maior parte da minha carreira docente, tanto no sistema público quanto, ultimamente, nas Escolas Americanas Internacionais.

Eu me considero uma aprendiz ao longo da vida e em minha nova função aqui na EAB, eu me dedico para garantir que todos os alunos também se considerem aprendizes com a capacidade de seguir suas próprias paixões e interesses, além de dominar as habilidades necessárias para viver uma vida plena em nossa sociedade global moderna. Uma das minhas áreas de interesse é "qual é o propósito da escola no mundo de hoje e estamos constantemente trabalhando para esse propósito?" Então, para o seu conhecimento, seguem meus pensamentos sobre essas questões:

Talvez o maior educador de todos os tempos, John Dewey declarou no início dos anos 1900: “Devemos considerar a criança como membro da sociedade no sentido mais amplo e exigir das escolas tudo o que for necessário para permitir que a criança aceite de forma inteligente todas as suas relações sociais e contribua para mantê-las”. A função da escola é preparar os launos para participarem plenamente da sociedade em que irão atuar.

Antigamente, uma "educação sonora" significava a aquisição de habilidades em leitura, escrita e aritmética, juntamente com a capacidade de memorizar alguns fatos e números que poderiam ser regurgitados nos exames da escola. O conhecimento era visto como um corpo estático a ser transmitido; um corpo de conhecimento que era finito e que pode ser necessário para a vida. “Passar” significava exatamente isso; um aluno poderia passar para a próxima fase da vida, seja na escola ou no trabalho. Aqueles que não passaram, desceram uma rota diferente. O sistema de educação do passado era uma ferramenta de triagem.

No entanto, como todos nós sabemos, o mundo de hoje é completamente diferente do das gerações de nossos pais e avós. Os avanços na tecnologia por si só permitiram que o local de trabalho mudasse a uma velocidade exponencial. Comunicações globais de alta velocidade alteraram a forma como trabalhamos e com quem trabalhamos. Se as nossas escolas continuarem a existir para preparar os alunos para se tornar membros totalmente independentes da sociedade, então precisamos pensar cuidadosamente sobre o que isso significa. O que é valorizado na sociedade e, especificamente no local de trabalho, no mundo de hoje, está mudando o tempo todo. Empregadores de todo o mundo estão procurando solucionadores de problemas, comunicadores, pensadores criativos e inovadores, colaboradores flexíveis que são autossuficientes. Infelizmente, essas disposições não são geradas automaticamente a partir de uma "educação sólida" tradicional.

Qual o impacto disso nas escolas?

Escolas em todo o mundo estão realmente tendo que se desafiar - qual é o propósito delas? Qual é a visão delas? Eles ainda são apenas ferramentas de “classificação”, permitindo que alguns alunos passem e outros fracassem? Ou eles estão lá para equipar todos os jovens com o conhecimento, compreensão, habilidades e valores para aproveitar ao máximo as oportunidades e desafios de viver e trabalhar no século 21?

A boa notícia é que um enorme corpo de trabalho profissional está ajudando as escolas a ensinarem aos alunos “como aprender e como pensar”. O tempo está sendo dedicado a encorajar os alunos a tornar seu pensamento e, portanto, a aprendizagem visível. As práticas colaborativas entre alunos e entre professores e alunos estão sendo incentivadas e os sistemas de classificação estão sendo alterados para incluir essas habilidades disponíveis. Um "A" em um boletim no mundo atual significa mais do que apenas um bom resultado no exame.

Como isso funciona na EAB?

Aqui na EAB, pela própria natureza da nossa missão – “Aprendizes inspirando aprendizes a serem questionadores na vida, firmes em seu caráter e com uma visão audaciosa”, valorizamos e encorajamos os alunos que têm a mente aberta, curiosos, solucionadores de problemas, pensadores e colaboradores.

Nosso objetivo é desenvolver em todos os nossos alunos a capacidade de questionar, pensar, inovar, assumir riscos, perseverar, colaborar, refletir e admirar ..... Esta está se tornando a linguagem das nossas salas de aula. Com foco nessas disposições, acreditamos que levaremos nossos alunos adiante para se tornarem os funcionários em potencial, que os empregadores de hoje valorizam. À medida que cada turma faz sua aprendizagem em matemática, ciências ou humanidades, por exemplo, o professor e os alunos estão modelando, discutindo e aplicando essas disposições do aluno nesses contextos. O nosso objetivo é que cada aluno da EAB se torne proficiente em cada aspecto da missão da escola. Como pais, vocês também podem fazer uso deste vocabulário de aprendizado para discutir a aprendizagem com seus filhos. Pois como Alvin Toffler citou: "Os analfabetos do século 21 não serão aqueles que não sabem ler e escrever, mas aqueles que não podem aprender, desaprender e reaprender".

 

Lesley Tait

Diretora de Ensino e Aprendizagem

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