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May
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Is Theatre in Education Important?

I never set out to be a high school drama teacher.  How frivolous. I was developing my career as an artistic director (AD) of professional non profit theatre companies.  My first teaching job was in my mid thirties and I fully expected to transition back to being an AD. As a temporary career, I was all set to move on after I started teaching, but after the third year teaching…a miracle occurred. 

The students in my theatre program behaved differently.  They smiled brighter, they were better at problem solving, stood straighter, laughed more, eyes shined, more social, highly adaptable and generally smarter. I recognized immediately something was happening. 

The excitement I felt from watching this transformation was so thrilling and fulfilling that I did not want to return to the professional world.  I found my true gift, which was to deploy my knowledge to teens and allow their talents and personalities to blossom and soar. 

I came from the generation where children should be seen and not heard. To play was considered frivolous, petty and unproductive. 

This is what I believe is happening. 

A professional performer must always maintain a sense of play.  This is the magic element of performance. I just saved you 150K in tuition to learn this.  You are welcome. 

When I teach teenagers theatre the first thing we learn is how to play.  Of course they know this in their bones but we learn it at a different level. Play, as commonly defined by childhood specialists is "an activity done for it's own sake, characterized by means rather than ends (the process is more important than any endpoint or goal)". 

When the student is at play they are smartest, free, uninhibited, creative, open, soft, willing, able, determined, laughing and smiling. They are like puppies rough housing. The body is relaxed, engaged, responsive and each cell is filled with passion, drive and energy. It is only with this sense of play that they should attempt to act. 

Sergio Pellis, a researcher at the University of Lethbridge in Alberta, Canada explains:

The experience of play changes the connections of the neurons

at the front end of your brain.  And without play experience, those

neurons aren’t changed.

All children play is vital to our development. Play is necessary to grow the prefrontal cortex.  The executive function of the brain is affected by play by helping regulate emotion, planning and problem solving. This all made sense after what I had observed.  They were emotionally and academically smarter after they had experienced theatre in school. 

When my incredible students put on a play after school, the amount of obstacles they face are enormous.  But they come in, all functions of the brain activated and engaged and they are ready to tune their art form to create an emotional impact for the audience.  They have never let me down. 

Why is theatre in education important? It affects emotions, planning and problem solving. My question is how can it possibly NOT be in education with all it does for the child. Theatre, arts, music and dance should be mandatory subjects for every individual.  Children SHOULD be seen and heard. They should cultivate their wild creativity. There is nothing frivolous about executive function of the brain, there is nothing frivolous about play and there is nothing frivolous about theatre in education.

 

Kate Riley

Upper School Theatre Teacher

 


 

Teatro é importante na educação?

Eu nunca pensei em me tornar uma professora de teatro. Que boba. Estava desenvolvendo minha carreira como diretora artística em companhias de teatro sem fins lucrativos. Quando consegui meu primeiro trabalho como professora, em meados dos meus trinta anos, tinha como certo em minha mente que voltaria a trabalhar como diretora artística logo, logo. Então, após o meu terceiro ano dando aulas… um milagre aconteceu.

Os alunos de minhas aulas de teatro se comportavam diferente. Eles davam sorrisos mais brilhantes, eram melhores na resolução de problemas, tinham suas posturas mais eretas, riam mais, seus olhos brilhavam, estavam mais sociáveis, se adaptavam com facilidade e estavam, no geral, mais inteligentes. Reconheci de imediato que algo estava acontecendo.

A felicidade que senti ao presenciar tal transformação foi tão energizante e recompensadora que eu não quis mais voltar ao mundo profissional. Havia encontrado meu verdadeiro dom: passar todo o meu conhecimento àqueles adolescentes e permitir que seus talentos e personalidades florescessem e voassem alto.

Eu venho de uma geração onde crianças deveriam ser vistas, mas não ouvidas. Brincar (ou, no caso, brincar de "faz de conta") era algo considerado fútil, insignificante e contraproducente.

É isso que acredito estar acontecendo:

Um artista profissional precisa sempre manter em mente um senso de "faz de conta" em sua atuação. Esse é o elemento mágico das performances. Acabei de te ajudar a economizar US$ 150 mil em aulas para aprender isso. De nada.

Quando eu ensino teatro a adolescentes, a primeira coisa que eles aprendem é como brincar de faz de conta. Claro que eles sabem fazer isso de forma inerente, mas aprendemos isso num nível diferente. Brincar é geralmente definido por especialistas infantis como "uma atividade feita com o simples propósito de sua existência, caracterizada pelos meios ao invés dos fins -- o processo é mais importante do que qualquer objetivo ou destino".

Quando um aluno brinca, ele é mais inteligente, livre, inibido, criativo, aberto, afável, disposto, capaz, determinado e sorridente. Ele age como um filhotinho solto num campo aberto. Seu corpo está relaxado, engajado, responsivo e cada célula está repleta de paixão, força de vontade e energia. E é apenas com essa noção de brincadeira em mente que eles devem tentar atuar.

Sergio Pellis, um pesquisador da Universidade de Lethbridge em Alberta, Canadá, explica:

A experiência da brincadeira altera as conexões dos neurônios na parte frontal do cérebro. Sem essa experiência, tais neurônios não são modificados.

Todas as brincadeiras de criança são vitais para nosso desenvolvimento. Brincar é algo necessário para desenvolver o córtex pré-frontal. A função executiva do cérebro é afetada pelas brincadeiras e ajudam a regular emoções, planejamento e resolução de problemas. Tudo isso fez sentido após eu ter observado aquelas mudanças. Os alunos estavam emocional e academicamente mais inteligentes após terem tido aulas de teatro na escola.

Quando meus incríveis alunos montam uma peça na escola, a quantidade de obstáculos que eles enfrentam é enorme. Mas eles vêm mesmo assim, com todas as suas funções cerebrais ativas e engajadas, e estão prontos para transmitir sua forma artística para criar um impacto emocional na plateia. Eles nunca me decepcionaram.

Por que o ensino de teatro é importante? Ele afeta emoções, planejamento e resolução de problemas. Minha pergunta é como é possível que ele NÃO ESTEJA nas grades curriculares de algumas escolas com todos os benefícios que ele traz para as crianças. Teatro, artes, música e dança deveriam ser matérias obrigatórias para todos os indivíduos. Crianças DEVEM ser vistas e ouvidas. Elas devem cultivar sua criatividade. Não há nada de fútil nas funções executivas do cérebro e em brincar. Não há nada de fútil no ensino de teatro nas escolas.

 

Kate Riley

Professora de Teatro do Ensino Fundamental II e Ensino Médio

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