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Apr
27

Three Questions

Three Questions

“All grown-ups were once children… but only a few of them remember it” ~The Little Prince by Antoine de Saint-Exupéry

I was recently listening to a series of interviews with Joseph Campbell and his reflections on the essential themes that have emerged from sixty years of his life’s work.  He emphasized the interconnectedness of our lives and the human experience, the fundamental role of storytelling in our culture, and the importance of courageously embarking on our individual journeys to fully realize our lives, as highlighted in his book, The Hero with a Thousand Faces. Campbell also shared a curious thought when he suggested that adults should read more children’s books to further our own learning and understanding. In fact, this seems to be sound advice, particularly as I recall a memorable and meaningful graduation speech that used a children’s book as its framework to convey a meaningful message.

A friend and colleague, Corey Watlington, was selected by the senior class to deliver the faculty commencement speech. While I am sorry that I do not recall all of the details of the speech, the messages conveyed through the use of a children’s book resonated with all of us. The book’s title is, The Three Questions, by Jon J. Muth, and, following Joseph Campbell’s advice and using Corey Watlington’s idea, the following is a brief summary and reflection associated with the book. 

The book’s main character is a boy named Nikolai who is seeking answers to three questions: When is the best time to do things? Who is most important? What is the right thing to do? A cast of colourful characters, which include a monkey, heron, turtle, dog, and panda, all play important roles as Nikolai is forced to overcome several challenges due to a terrible storm. Through adversity, his own kindness, and the support and guidance of his friends, Nikolai finds answers to his three questions: “…there is only one important time, and that time is now. The most important person is always the one you are with. And the most important thing is to do good for the one who is standing at your side.”

This is indeed good advice and a reminder, not only for adults but also for our students and those responsible for our educational programs, of the importance of being present and kind. With so many distractions, technologies, and the seemingly ever-accelerating pace of life, this can be a challenge. Still, we owe it to ourselves and those around us to make this a priority. For this reason and many others, I am grateful for the opportunity to work and live in Brazil as the Brazilians have much to teach us about living in the present, enjoying the moment, and appreciating the people in our lives. As a Canadian with a disposition that can, at times, bend slightly towards a future orientated focus, the answers to Nikolai’s questions are always a welcome reminder.

International schools generally embrace a strong emphasis on a holistic educational approach, which includes the well-being and health of our students and communities. To that end, Nikolai’s learning extends to our educational programs and school cultures such that there are high value and support placed on being present, actively valuing our relationships, and ensuring a focus on kindness. Perhaps these approaches are some of the factors associated with Joseph Campbell’s reference to the interconnectedness of our lives and the human experience.


 

 

 

“Todas as pessoas grandes foram crianças um dia, mas poucos se lembram disso” ~ O Pequeno Príncipe pro Antoine de Saint-Exupéry

Recentemente eu escutei uma série de entrevistas com Joseph Campbell e suas reflexões sobre temas essenciais que emergiram de sessenta anos de seu trabalho. Ele enfatizou a interligação de nossas vidas e a experiência humana, o papel fundamental da narrativa em nossa cultura e a importância de embarcar corajosamente em nossas viagens individuais para nos realizarmos plenamente, como destacado em seu livro, O Herói de Mil Faces. Campbell também compartilhou um pensamento curioso quando ele sugeriu que os adultos devem ler mais livros infantis para aprimorar a sua aprendizagem e compreensão. Na verdade, isso parece ser um bom conselho, principalmente quando eu me lembro de um discurso memorável e significativo de graduação, em que ele usou em seu livro infantil para transmitir uma mensagem.

Um amigo e também colega, Corey Watlington, foi selecionado pela classe dos Seniors para fazer o discurso inicial do corpo docente em sua formatura. Embora, infelizmente, eu não me lembre de todos os detalhes do discurso, as mensagens transmitidas por meio do uso de um livro infantil ressoou em todos nós. O título do livro é “As Três Perguntas”, de Jon J. Muth, e seguindo o conselho de Joseph Campbell e usando a ideia de Corey Watlington, segue um breve resumo e reflexão associados ao livro.

O personagem principal do livro é um menino chamado Nikolai que está buscando respostas para três perguntas: Quando é o melhor momento para fazer as coisas? Quem é o mais importante? Qual é a coisa certa a fazer? Um elenco de personagens coloridos, que incluem um macaco, uma garça, uma tartaruga, um cão e um panda desempenham papeis importantes quando Nikolai é forçado a superar vários desafios devido a uma terrível tempestade. Por meio da adversidade, da sua própria bondade, do apoio e orientação de seus amigos, Nikolai encontra respostas para suas três perguntas: “...há apenas um momento importante, e esse tempo é o agora. A pessoa mais importante é sempre a pessoa com quem você está. E o mais importante é fazer o bem para quem está ao seu lado.”

Este é realmente um bom conselho e um lembrete, não só para os adultos, mas também para os nossos alunos e os responsáveis por nossos programas educacionais, sobre a importância de estar presente e ser gentil. Com tantas distrações, tecnologias e o ritmo acelerado da vida, isso pode ser um desafio. Ainda assim, devemos a nós mesmos e àqueles que nos rodeiam tornar isso uma prioridade. Por esta razão e muitas outras, agradeço a oportunidade de trabalhar e viver no Brasil, pois os brasileiros têm muito a nos ensinar sobre como viver no presente, aproveitar o momento e apreciar as pessoas em nossas vidas. Como canadense, com uma disposição, às vezes, para tender a focar no futuro, as respostas às perguntas de Nikolai são sempre um lembrete bem-vindo.

As escolas internacionais geralmente dão forte ênfase a uma abordagem educacional holística, que inclui o bem-estar e a saúde de nossos alunos e comunidades. Para isso, o aprendizado de Nikolai estende-se aos nossos programas educacionais e culturas escolares, de forma que se dá muito valor ao estar presente, valorizando de forma ativa nossos relacionamentos e assegurando o foco na bondade. Talvez essas abordagens sejam alguns dos fatores associados à referência de Joseph Campbell à interligação de nossas vidas e da experiência humana.

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