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Sep
27

Celine Cousteau talks to EAB on endangered Amazon tribes

Socio-environmentalist and film-maker Céline Cousteau, granddaughter of renowned explorer and oceanographer Jacques Cousteau, spoke to HS and 8th grade on September 20th by Skype from New York on the plight of indigenous tribes in the Javarí Valley, one of the most remote areas of the Amazon rainforest near Brazil's border with Peru. Their survival is threatened by disease, illegal activities such as logging, mining, and hunting in their territory, and concern over the government’s policy towards indigenous rights which is the subject of Cousteau's latest documentary "Tribes on the Edge" to be released soon.

Cousteau first traveled to the Amazon aboard her grandfather’s ship Calypso on his famous 18-month expedition when she was only nine. Now 46, she says her connection to the land and the people began on that trip which as an adult grew into a desire to create awareness about the region, the climatic importance of the forest, and the role of indigenous peoples as frontline guardians of the Amazon to the benefit of the world’s population.

That early experience inspired her current work with the Amazon tribes. Her independent documentary was prompted by a request from tribal leaders in the Javarí Valley to tell the world the story of their challenges and their fight to survive. Through their voices, Cousteau documents their struggle to preserve a rarely seen way of life and culture amid ever-present threats to their land and health crises triggered by contact with outsiders.

Using Skype in the Classroom on a huge screen in the auditorium, Cousteau gave an inspiring talk that led to enthusiastic questions from students on a panel and in the audience. The event was MC'd by Lucas Duchrow.

She spoke about the bill sponsored by Brazil's farm lobbythat would give Congress the final say when deciding the borders of Indigenous territory, reducing further the authority of the Indian affairs agency FUNAI, which has been gutted and defunded by successive governments in Brasilia.

Cousteau said the tribes were the guardians and protectors of uncontacted tribes within the Javari Valley - it is estimated that the largest number of isolated tribes living in the Amazon are concentrated here. Uncontacted tribes are amongst the most vulnerable on the planet, without immunity to what has decimated many before them- illness as simple as measles and the flu. She spoke of the need to protect the biodiversity of the Amazon and said the extraction and use of plants and vines by pharmaceutical labs usually happens without any reciprocal benefits for the tribes - which is not particular to the Amazon, but happens everywhere.   

She answered a student’s question about the dangers of hydroelectric dams to the rivers of the Amazon basin and stressed the need to encourage nations like Brazil with incentives to protect their biodiversity and forests that are key to balance global climate and avoid droughts that could endanger our food supplies. Cousteau acknowledged the reality of the country needing power, but that alternative solutions with lesser negative environmental and human impact should be implemented.  

Her message: we all need to do our part to try to make the world a better place and that quest starts with ourselves.

It was an honor to have Céline Cousteau speak to us!

Watch a video of the event Celine Cousteau´s Skype meeting - Google Drive

 

Artfully Yours,

Ms. Fiona

 


 

Céline Cousteau fala à EAB sobre tribos amazônicas ameaçadas


A ambientalista e cineasta Céline Cousteau, neta do renomado explorador e oceanógrafo Jacques Cousteau, conversou com o Ensino Médio e alunos do 8º ano pelo Skype, de Nova Iorque, sobre a situação das tribos indígenas no Vale do Javarí, uma das áreas mais remotas do mundo, a floresta amazônica perto da fronteira do Brasil com o Peru. Sua sobrevivência é ameaçada por atividades ilegais, como exploração madeireira, mineração e caça em seu território, e preocupação com a política do governo em relação aos direitos indígenas, que é o tema do mais recente documentário de Cousteau, "Tribes on the Edge", a ser lançado este ano.

Cousteau, primeiro viajou para a Amazônia a bordo do navio de seu avô, Calypso, em sua famosa expedição de 18 meses, quando ela tinha apenas nove anos. Agora com 46 anos, ela diz que sua conexão com a terra e as pessoas começaram naquela viagem que, como adulto, cresceu em um desejo de criar consciência sobre a região, a importância climática da floresta e o papel dos povos indígenas como guardiões da linha de frente. Amazônia em benefício da população mundial.

Essa experiência inicial inspirou seu trabalho atual sobre as tribos da Amazônia, os melhores guardiões da floresta. Seu documentário independente foi solicitado por um pedido de líderes tribais no Vale do Javarí para contar a história de sua luta por sobrevivência ao mundo.. Através de suas vozes, Cousteau documenta a luta para preservar um modo de vida e cultura raramente visto em meio a ameaças sempre presentes às suas crises de terra e de saúde, desencadeadas pelo contato com pessoas de fora.

Conversando através do Skype com a escola no telão do Auditório, Cousteau deu uma palestra inspiradora que levou a perguntas entusiasmadas dos alunos em um painel e na platéia. O evento foi convocado pelo aluno Lucas Duchrow.

Ela falou sobre o projeto de lei patrocinado pelo lobby agrícola brasileiro que dará ao Congresso a decisão final de decidir as fronteiras das reservas indígenas, reduzindo ainda mais a autoridade da agência de assuntos indígenas FUNAI, que foi destruída e desembaraçada por sucessivos governos em Brasília.

Cousteau disse que as tribos dos Javarí eram os guardiões e protetores de tribos isoladas na floresta. Ela falou da necessidade de proteger a biodiversidade da Amazônia e disse que a extração e o uso de plantas e videiras por laboratórios farmacêuticos está acontecendo sem qualquer benefício recíproco para as tribos.

Ela falou dos perigos das represas hidrelétricas aos rios da bacia amazônica e enfatizou a necessidade de incentivar países como o Brasil com incentivos para proteger sua biodiversidade e florestas que são fundamentais para equilibrar o clima global e evitar secas que possam colocar em risco nossos suprimentos de alimentos.

Sua mensagem: todos nós precisamos fazer a nossa parte para tentar tornar o mundo um lugar melhor e essa busca começa com nós mesmos.

Foi uma honra ter a Céline Cousteau falando conosco!

Assista a Conferência da Céline Cousteau via Skype - Google Drive

 

Artisticamente,
Fiona Murphy

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